A Era da Lei - O objetivo e significado da obra de Deus

29/11/2019
7 minutos a ler

Moisés pregando os mandamentos de Deus ao povo de Israel

Palavras clássicas de Deus:

Naquele momento, o significado, o propósito e as fases da obra de Jeová em Israel foram para iniciar a Sua obra em toda a terra, que, tomando Israel como centro, se espalhou gradualmente às nações gentias. Este é o princípio de acordo com o qual Ele opera em todo o universo — estabelecer um modelo e depois ampliá-lo até que todas as pessoas do universo tenham recebido o Seu evangelho. Os primeiros israelitas eram os descendentes de Noé. Essas pessoas eram dotadas somente do sopro de Jeová e entendiam o suficiente para cuidar das necessidades básicas da vida, mas não sabiam que tipo de Deus Jeová era, nem qual era a vontade Dele para o homem; muito menos sabiam como deveriam reverenciar o Senhor de toda a criação. Quanto a se havia regras e leis a obedecer, e se havia obra que os seres criados deveriam fazer para o Criador: os descendentes de Adão nada sabiam sobre essas coisas.Tudo o que sabiam era que o marido deveria suar e labutar para prover para sua família, e que a esposa deveria se submeter a seu marido e perpetuar a raça de humanos que Jeová havia criado. Em outras palavras, esse povo, que tinha apenas o sopro de Jeová e a Sua vida, nada sabia sobre como seguir as leis de Deus ou sobre como satisfazer o Senhor de toda criação. O que entendiam era bem pouco. Assim, mesmo que não houvesse nada de tortuoso ou desonesto em seu coração, e mesmo que ciúmes e discórdia raramente surgissem em seu meio, eles não tinham conhecimento ou entendimento de Jeová, o Senhor de toda criação. Esses ancestrais do homem sabiam apenas comer as coisas de Jeová e desfrutar as coisas de Jeová, mas não sabiam reverenciar Jeová; não sabiam que Jeová é Aquele a quem deveriam adorar de joelhos dobrados. Então, como eles poderiam ser chamados Suas criaturas? Se assim fosse, como ficariam as palavras “Jeová é o Senhor de toda criação” e “Ele criou o homem a fim de que o homem pudesse manifestá-Lo, glorificá-Lo e representá-Lo” — elas não teriam sido faladas em vão? Como um povo que não tinha reverência por Jeová poderia se tornar um testemunho da Sua glória? Como poderiam se tornar manifestações da Sua glória? As palavras de Jeová, “Eu criei o homem à Minha imagem”, não se tornariam, então, uma arma nas mãos de Satanás, o maligno? Essas palavras não se tornariam, então, um marco de humilhação à criação do homem por Jeová? A fim de concluir aquele estágio da obra, Jeová, após criar a humanidade, não os instruiu nem os guiou da época de Adão até a época de Noé. Ao contrário, não foi até que o dilúvio destruísse o mundo que Ele começou a guiar formalmente os israelitas, que eram descendentes de Noé e também de Adão. Sua obra e Suas declarações em Israel proveram direção a todo o povo israelita enquanto eles viviam sua vida por toda a terra de Israel e, dessa forma, mostrava à humanidade que Jeová não só era capaz de soprar fôlego no homem, para que ele pudesse ter vida proveniente Dele e se erguer do pó como ser humano criado, mas que Ele também poderia incinerar a humanidade, amaldiçoar a humanidade e usar a Sua vara para governar a humanidade. Assim também, eles viram que Jeová poderia dirigir a vida do homem na terra, bem como falar e operar entre a humanidade de acordo com as horas do dia e da noite. Ele fez a obra somente para que Suas criaturas pudessem saber que o homem veio do pó que Ele apanhou e, além disso, que o homem havia sido feito por Ele. Não apenas isso, mas a obra que Ele começou em Israel tinha por propósito que outros povos e nações (que na verdade não estavam apartados de Israel, mas que haviam se ramificado dos israelitas, mesmo assim, eram ainda descendentes de Adão e Eva) pudessem receber o evangelho de Jeová a partir de Israel, a fim de que todos os seres criados do universo pudessem ser capazes de reverenciar Jeová e tê-Lo como grandioso. Se Jeová não tivesse começado a Sua obra em Israel, mas, em vez disso, tendo criado a humanidade, a deixasse viver uma vida despreocupada sobre a terra, então, nesse caso, devido à natureza física do homem (natureza significa que o homem nunca é capaz de saber das coisas que não consegue ver, isto é, que ele não saberia que foi Jeová quem criou a humanidade, tampouco saberia porque Ele o fez), ele nunca saberia que foi Jeová quem criou a humanidade, nem que Ele é o Senhor de toda criação. Se Jeová tivesse criado o homem e o colocado na terra e simplesmente tivesse removido o pó das Suas mãos e ido embora, em vez de permanecer entre a humanidade para orientá-la por um período de tempo, então, nesse caso, toda humanidade teria voltado ao nada; até o céu e a terra e toda a miríade de coisas por Ele criadas e toda a humanidade teriam voltado ao nada e, além disso, teriam sido espezinhados por Satanás. Dessa forma, o desejo de Jeová que “Sobre a terra, isto é, em meio a Sua criação, Ele deveria ter um lugar para ficar, um lugar santo”, teria sido destruído. E assim, após criar a humanidade, que Ele fosse capaz de permanecer em seu meio para guiá-la em sua vida e falar a ela estando em seu meio, tudo isso foi para cumprir o Seu desejo e para realizar o Seu plano. A obra que Ele fez em Israel foi destinada somente a executar o plano que Ele havia instituído antes de criar todas as coisas, portanto, Sua obra, inicialmente entre os israelitas, e Sua criação de todas as coisas, não estavam em discordância uma com a outra, mas foram ambas em prol de Seu gerenciamento, da Sua obra e da Sua glória, e também a fim de aprofundar o significado da Sua criação da humanidade. Ele guiou a vida da humanidade sobre a terra por dois mil anos depois de Noé, período durante o qual ensinou a humanidade a entender como reverenciar Jeová, o Senhor de toda criação, como conduzir suas vidas, como prosseguir vivendo e, principalmente, como agir como testemunha de Jeová, prestar obediência a Ele e reverenciá-Lo, louvando-O com música como Davi e seus sacerdotes fizeram.

de “A obra na Era da Lei”

No início, orientar o homem durante a Era da Lei do Antigo Testamento era como orientar a vida de uma criança. A mais antiga humanidade era recém-nascida de Jeová; eles eram os israelitas. Eles não tinham entendimento de como reverenciar a Deus ou de como viver na terra. Em outras palavras, Jeová criou a humanidade, isto é, criou Adão e Eva, mas não lhes deu as faculdades para entender como reverenciar a Jeová ou seguir as leis de Jeová na terra. Sem a orientação direta de Jeová, ninguém poderia saber disso diretamente, pois no princípio o homem não possuía tais faculdades. O homem sabia apenas que Jeová era Deus, mas no que diz respeito a reverenciá-Lo, que tipo de conduta poderia ser chamada de reverenciá-Lo, com que tipo de mente alguém deveria reverenciá-Lo, ou o que oferecer em reverência a Ele: o homem não tinha ideia alguma. O homem sabia apenas como desfrutar daquilo que poderia ser desfrutado entre todas as coisas criadas por Jeová, mas em relação a que tipo de vida na terra era digno de uma criatura de Deus, ele não tinha a menor ideia. Sem alguém para instruí-la, sem alguém para guiá-la pessoalmente, essa humanidade nunca teria levado uma vida apropriadamente adequada à humanidade, mas teria sido apenas furtivamente mantida em cativeiro por Satanás. […] Assim, depois que a humanidade surgiu, a obra de Jeová estava longe de terminar. Ele ainda tinha que guiar a humanidade por completo para vir diante Dele, para que eles pudessem ser capazes de viver juntos na terra e reverenciá-Lo, e para que eles pudessem, com Sua orientação, entrar no caminho certo de uma vida humana normal na terra. Só dessa forma a obra que tinha sido realizada principalmente sob o nome de Jeová foi totalmente completada; isto é, só dessa forma a obra de Jeová de criar o mundo foi totalmente concluída. E assim, tendo criado a humanidade, Ele teve que guiar a vida da humanidade na terra por vários milhares de anos, a fim de que a humanidade pudesse cumprir Seus decretos e leis e participar de todas as atividades de uma vida humana normal na terra. Só então a obra de Jeová foi totalmente concluída.

de “A visão da obra de Deus (3)”

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