Casamento feliz: Deus salvou o casamento dela

Jingyu ficou triste porque se casou com um homem que não amava. Quando o casamento dela estava prestes a desmoronar, as palavras de Deus a orientaram como cuidar do marido de de forma correta, e desde então ela vive um casamento feliz.

Quando Jingyu tinha dois meses de idade, ela foi dada a outra família para ser criada. Seus pais adotivos a tratavam como sua própria filha e seus dois irmãos adotivos também a amavam profundamente. Depois que ela soube do mundo, sua mãe adotiva a deixou saber de quem ela era filha. Embora Jingyu soubesse que ela não era filha de seus pais adotivos, sentia-se afortunada por sua mãe adotiva e sua família serem gentis com ela. Então ela estava determinada a tratar seus pais adotivos com respeito filial quando crescesse. Os pais adotivos gostavam muito de Jingyu. E muitas vezes disseram a Jingyu: “Eu vou fazer você minha nora quando tiver idade suficiente.” Mas Jingyu não prestou atenção a essas palavras, já que ela era jovem demais na época.

Quando Jingyu tinha 16 anos de idade, sua mãe adotiva queria que ela ficasse noiva de seu irmão adotivo mais jovem, Junjie. Mas Jingyu tratou Junjie como seu próprio irmão. Como uma irmã e um irmão poderiam se casar? Jingyu não concordou, mas sua mãe adotiva chorou e disse que não esperava que Jingyu fosse desobediente depois que ela a criou por tanto tempo. Jingyu estava perdida. Então ela contou a Junjie sobre a situação. Junjie disse: “Você pode fingir que está de acordo com o pedido de nossa mãe e, mais tarde, eu vou levá-la para outro lugar para trabalhar. Então você pode procurar por um homem que você goste e eu também posso procurar por uma garota que eu goste. Quando eu me casar, nossa mãe não terá motivos para te pedir que caso comigo. Nós seremos irmão e irmã para sempre e nossa mãe não ficará triste. Isso não vai satisfazer nós dois?” Achando que o que seu irmão disse era razoável, Jingyu obedeceu ao pedido de sua mãe.

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Depois, Junjie realmente foi trabalhar em outro lugar junto com Jingyu. Um ano depois, Junjie voltou para casa para resolver alguns assuntos. Jingyu ainda ficou no outro lugar para trabalhar. Naquela época, Jingyu conheceu um rapaz na empresa em que trabalhava chamado Tao. Todos os dias, Tao a levava para casa. Muito tempo depois, os dois passaram a gostar um do outro. E Jingyu até concordou em se casar com Tao. Com o Festival da Primavera se aproximando, Jingyu voltou para casa e contou à mãe adotiva todas as coisas sobre Tao. Mas sua mãe adotiva se opunha fortemente ao seu relacionamento com Tao. Além disso, ela implorou a Jingyu que se casasse com Junjie. Jingyu não teve escolha a não ser recorrer a Junjie. No entanto, Junjie também não pôde aceitar o fato. Ele se trancou em seu quarto e não bebeu nem comeu. Ele até tentou cometer suicídio. Jingyu descobriu sua tentativa a tempo e o impediu. Junjie chorou e disse: “Eu tenho tratado você como minha namorada. O amor é egoísta. Eu sei que não posso te impedir de casar com o Tao. Além disso, eu não quero forçar você a se casar comigo. Mas também não quero viver sofrendo. Então eu não tenho opção senão terminar minha vida. Então você pode viver com Tao.” Depois de ouvir as palavras de Junjie, Jingyu ficou perplexa. Embora ela não amava Junjie, ela não queria vê-lo vivendo em sofrimento. Ela não podia simplesmente sentar lá e assistir seu irmão fazendo besteiras! Quando sua avó adotiva soube da notícia, ela se ajoelhou diante de Jingyu e implorou que ela se casasse com Junjie. Naquela época, Jingyu estava em completo desespero. Ela sabia que não seria feliz, mesmo se casasse com o homem que amava, se algo de ruim acontecesse com sua mãe e seu irmão, porque ela partiu. Nesse caso, ela teria isso em sua consciência para sempre. Jingyu não teve escolha a não ser escolher o afeto familiar e desistir do amor. No final, ela se casou com Junjie. Ela cortou as conexões com Tao para fazer Junjie se sentir aliviado.

Depois do casamento, Jingyu deu à luz um bebê e toda a família estava feliz. Mas Jingyu não estava feliz de jeito nenhum. Ela ainda não conseguia esquecer Tao. Jingyu costumava pensar: “Dizem: ‘Tudo ficará bem, e Jack terá Jill’. Por que não posso viver junto com Tao?” Ela pensou que foi Junjie quem destruiu sua felicidade. Então ela não podia aceitar Junjie, por mais que ele a tratasse bem. Ela pensou que era o maior sofrimento se ela não pudesse viver com o homem que amava. Às vezes ela se sentia tanta dor que queria se matar. Ela pensou que só a morte poderia libertá-la completamente. Mas quando ela pensou em como seu filho ainda era tão jovem, ela não poderia senão desistir da ideia. Ela costumava clamar ao céu: “Deus! Eu te imploro para me salvar! Por que eu sinto tanta dor?” Para aliviar sua dor, Jingyu frequentemente se entregava a beber em alguns lugares de entretenimento. E ela até levou suas amigas próximas para casa de propósito para chatear o marido. Eles se viram como estranhos. E o casamento deles estava prestes a desmoronar.

Justo quando Jingyu estava sofrendo e impotente, sua amiga pregou o evangelho de Deus para ela e leu uma passagem da Palavra para ela: “Sem que as pessoas se deem conta, Satanás transmite muitas mensagens como essa, fazendo com que as pessoas sintam inconscientemente que essas coisas são corretas ou benéficas. Inadvertidamente, as pessoas caminham por esse tipo de estrada, levadas adiante, sem que o saibam, por seus próprios ideais e ambições. […] Seduzidas por Satanás, elas, sem saber, percorrem a estrada que foi preparada para elas. Enquanto percorrem essa estrada, elas são forçadas a aceitar as regras de vida de Satanás. Sem saber e completamente inconscientes, elas desenvolvem suas próprias regras de vida, sendo que elas não são nada mais que regras que Satanás forçosamente incutiu nelas.” “As pessoas alimentam muitas ilusões sobre o casamento antes de experimentá-lo por si mesmas e todas essas ilusões são belas. As mulheres imaginam que sua cara-metade será o Príncipe Encantado e os homens imaginam que se casarão com a Branca de Neve. Essas fantasias mostram que toda pessoa tem certas exigências para o casamento, um conjunto próprio de demandas e padrões. Mesmo que nesta era de maldade as pessoas sejam bombardeadas constantemente com mensagens distorcidas sobre o casamento, que criam ainda mais exigências e lhes dão toda espécie de bagagem e atitudes estranhas, qualquer pessoa com experiência matrimonial sabe que, não importa como alguém o entenda ou qual seja a atitude quanto a ele, casamento não é questão de escolha individual.”

Através dessas palavras e do comunhão de sua amiga, Jingyu entendeu que a razão pela qual ela sentia tanta dor foi porque ela foi influenciada pelas teorias “O amor está acima de tudo”, “Tudo ficará bem, e Jack terá Jill”, e pelas histórias de amor perfeitas nas novelas de TV, o que a levou a nutrir ilusões sobre o amor. Ela considerava Tao o príncipe encantado perfeito e achava que seria feliz se pudesse se casar com Tao, o que sempre a deixava insatisfeita com sua vida atual. Ela queria fugir de Junjie e ficar com Tao. Ela até se entregou à bebida e teve uma atitude de ignorar a relação com o marido, a fim de escapar da realidade, o que fez com que ambos vivessem em sofrimento. Então, Jingyu sentiu-se aliviada. Na verdade, a razão pela qual ela sentia tanta dor não foi porque Junjie destruiu sua felicidade, mas porque ela foi influenciada pelas tendências malignas e, portanto, abrigou ilusões. Essa foi a fonte de sua dor. Jingyu se perdeu em pensamentos: “Hoje em dia, muitas pessoas, influenciadas pelas tendências de Satanás, acreditam cegamente que ‘o amor está acima de tudo.’ Para isso, se entregam completamente e até mesmo cometem suicídio, o que traz a si e à família sofrimento e dor irreparáveis. Todas essas tragédias são causadas pelas más tendências de Satanás. Sem a liderança das palavras de Deus, eu não as veria claramente e não ficaria livre da dor.” Pensando nisso, Jingyu agradeceu a Deus em seu coração.

Mais tarde, Jingyu leu uma passagem da Palavra: “Sob a soberania do Criador, duas pessoas não relacionadas que compartilham uma sina relacionada gradualmente entram em um casamento e se tornam, milagrosamente, uma família, ‘dois gafanhotos agarrados à mesma corda’. Então, quando alguém entra em um casamento, sua jornada na vida influenciará e tocará sua cara-metade e, da mesma forma, a jornada na vida do parceiro influenciará e tocará sua sina na vida. […] Um casamento não é o produto das famílias de ambos os membros, das circunstâncias em que eles crescem, de suas aparências, de suas idades, suas qualidades, seus talentos ou quaisquer outros fatores; antes, ele resulta de uma missão compartilhada e de uma sina relacionada. Essa é a origem do casamento, um produto da sina humana orquestrada e arranjada pelo Criador.” De tais palavras, Jingyu realmente entendeu que seu casamento e sua família foram meticulosamente arranjados por Deus e predestinados por Deus. Jingyu originalmente pensava que era por causa de seus familiares que ela foi forçada a se casar com Junjie. Mas agora ela entendia que era por causa de uma missão compartilhada e um destino relacionado que eles se casaram. Ao mesmo tempo, ela também sentiu que havia a boa vontade de Deus nesse arranjo. Embora ela não gostasse de Junjie, ele cuidava dela com todo o seu coração e alma. Em uma época tão má e licenciosa, ela o tratou tão mal, enquanto ele não a traíra, mas ao invés disso ele cuidou dela com muito cuidado e não exigiu que ela fizesse qualquer trabalho doméstico. Jingyu percebeu que ela não sabia distinguir o giz do queijo. Ela estava sempre tentando rejeitar as orquestrações e arranjos de Deus, o que não só a fazia sofrer, mas também prejudicava Junjie e sua família. E ela nunca pensou na dor e nos sentimentos de Junjie. Jingyu se sentiu envergonhada e desconfortável porque ela machucou o homem que a amava profundamente.

Mais tarde, Jingyu não se entregou a beber por mais tempo. Além disso, ela parou de levar suas amigas próximas para casa para chatear Junjie. Em vez disso, ela tentou aceitá-lo. Na vida cotidiana, quando falava com Junjie, ela não agia como se tivesse engolido pólvora como antes, mas podia falar calmamente com ele, fazer concessões por ele e mostrar alguma preocupação por ele. Quando Junjie percebeu que ela estava mudando, ele não conseguiu se adaptar à mudança dela por um momento. Ele não esperava que sua esposa mudasse tanto. Ele estava muito feliz. Pouco a pouco, sua casa não estava mais no estado de “guerra fria”, e havia um pouco de calor e harmonia. Mesmo assim, às vezes Jingyu ainda se sentia envergonhada quando pensava em Tao. Mais tarde, Jingyu entrou em contato com Tao por acaso e descobriu que ele havia se casado e agora tinha uma filha. Jingyu sentiu-se aliviada quando soube que ele vivia bem.

Posteriormente, Jingyu pregou o evangelho de Deus para Junjie e Tao, na esperança de que ambos pudessem aceitar a salvação de Deus. Mas Tao sempre dizia que estava ocupado demais para participar de reuniões, o que significava que ele não queria acreditar em Deus com sinceridade. Uma vez, Tao disse que viria trabalhar na cidade de Jingyu e queria manter um relacionamento adúltero com ela. Sabendo que era uma crente em Deus, e que Deus odeia e detesta mais a promiscuidade, Jingyu firmemente recusou, dizendo: “Absolutamente não. Nós dois temos nossa própria família. Nós não devemos fazer isso!” Mas Tao disse: “Agora quem se importa com isso? Não é todo mundo que faz isso nessa idade? Você é tão boba. Por que não aproveitar o dia por prazer, pois a vida é curta?” As palavras de Tao desapontaram profundamente Jingyu. Ela não esperava que Tao não respeitasse o casamento de forma alguma. Ela pensou que se ela tivesse se casado com Tao, como ele poderia cuidar dela com todo seu coração e alma sabendo que ele vivia de acordo com o ponto de vista: “Por que não aproveitar o dia para o prazer, já que a vida é curta?” Jingyu sentiu sorte por não ter se casou com ele. Desde então, ela não manteve mais contato com Tao. Depois que Junjie aceitou a obra de Deus, ele buscou a verdade com firmeza. Frequentemente praticava devoção espiritual e lia as palavras de Deus junto com Jingyu. Ambos apoiavam um ao outro. Quando eles descobriam alguma coisa, eles podem se abrir para a comunhão e praticar de acordo com as palavras de Deus. Posteriormente, Jingyu serviu como líder na igreja; Junjie a apoiou muito. Eles compartilhavam uma linguagem comum e o mal-entendido desapareceu também.

Uma noite, Jingyu e Junjie leram juntos uma passagem da Palavra: “Quando não se tem Deus, quando não se é capaz de vê-Lo, quando não se consegue reconhecer claramente a soberania de Deus, todo dia é sem sentido, sem valor e miserável. Onde quer que esteja, seja qual for o trabalho, os meios de vida e a busca de metas de uma pessoa, isso só lhe trará dor infindável e sofrimento irremediável, a ponto de ela não suportar olhar para trás. Só quando aceitar a soberania do Criador, se submeter a Seus arranjos e orquestrações e buscar a verdadeira vida humana, aos poucos ela se libertará de toda dor e todo sofrimento, se livrará de todo o vazio da vida.” “Algumas pessoas podem não ter percebido essas coisas. Mas quando você sabe verdadeiramente, quando verdadeiramente chega a reconhecer que Deus tem soberania sobre a sina humana, quando verdadeiramente entende que tudo que Deus planejou e decidiu para você é um grande benefício e uma grande proteção, então você sente sua dor aliviar gradativamente e seu ser inteiro se torna relaxado, livre, liberto.” Depois de ler estas palavras, Jingyu disse a Junjie: “Nosso casamento foi meticulosamente providenciado por Deus. Mas eu não conhecia a soberania de Deus, e no passado eu nunca conheci a boa vontade de Deus, o que não só me causou dor, mas também o machucou. Graças a Deus por nos libertar da dor. Nós poderíamos ter nos divorciado se não acreditássemos em Deus.” Junjie disse: “Sim! Graças a Deus por nos salvar. Tudo está sob a Sua soberania. Se Deus não tivesse organizado nossa vida assim, nós não teríamos vindo diante dEle. O que Deus providenciou para nós é o melhor. De agora em diante, devemos buscar a verdade e adorar a Deus corretamente!” Antes de Jingyu responder suas palavras, o filho deles apareceu, dizendo: “Mamãe, papai, vocês finalmente fizeram as pazes.” Então Jingyu e Junjie se entreolharam e não puderam segurar a risada…

Por Aixin, Alemanha

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